Trabalhadores da Associação Municipal de Apoio Comunitário (AMAC) realizam nesta quarta-feira (10) uma caminhada pela Rua Halfeld em direção à Câmara Municipal de Juiz de Fora. A mobilização é organizada pelo Sinserpu e ocorre após assembleia que decidiu pela continuidade da paralisação da categoria.
Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão o reequilíbrio dos contratos com efeito retroativo a janeiro de 2026, a discussão sobre o esvaziamento de unidades do programa Curumim e denúncias sobre falta de itens básicos em creches, como alimentação e materiais pedagógicos.
Segundo o sindicato, as mudanças promovidas pela Prefeitura teriam reduzido o atendimento em algumas unidades do Curumim, afetando crianças e famílias atendidas pelo serviço. Os trabalhadores também cobram a abertura de negociações envolvendo a Prefeitura, a AMAC e as demais Organizações da Sociedade Civil (OSCs) contratadas pelo município.
PJF se manifesta sobre manifestação da AMAC
Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora afirmou que não possui vínculo trabalhista com os funcionários da AMAC nem com trabalhadores de outras OSCs parceiras. O Executivo informou ainda que eventuais pedidos de reequilíbrio contratual devem ser tratados tecnicamente entre as organizações e as secretarias contratantes.
A Prefeitura acrescentou que, por esse motivo, não tem o que discutir com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (Sinserpu) sobre o tema