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17/02/2025
Matheus Brum
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Dois meses após tragédia, perícia sobre queda de marquise que matou professor segue sem conclusão

Família de Thiago Ramon entrou na Justiça contra a Prefeitura e proprietários do imóvel
Dois meses após tragédia, perícia sobre queda de marquise que matou professor segue sem conclusão
Dois meses após tragédia, perícia sobre queda de marquise que matou professor segue sem conclusão

Passados dois meses e meio desde a queda da marquise que vitimou o professor de música Thiago Ramon, de 38 anos, a perícia da Polícia Civil ainda não foi concluída. O caso, que gerou grande comoção em Juiz de Fora, segue sem respostas concretas, e a investigação aparenta estar paralisada.

Nesta semana, um homem apontado como proprietário do imóvel onde ocorreu o desabamento foi ouvido pela Polícia Civil. No entanto, segundo apuração, não houve avanços significativos no inquérito. Questionada sobre o andamento da investigação, a Polícia Civil informou, por meio de nota, que o delegado responsável, Samuel Nery, colocou o processo sob sigilo. A corporação afirmou ainda que novas diligências estão em andamento e que depoimentos seguem sendo agendados.

Enquanto isso, a família de Thiago Ramon ingressou com duas ações na Justiça: uma contra a Prefeitura de Juiz de Fora e outra contra os proprietários do imóvel. Nos processos, são solicitados indenização por danos morais e pagamento de pensão para a esposa da vítima.

Após a tragédia, a Prefeitura endureceu as regras para regularização de marquises na cidade e intensificou a fiscalização dessas estruturas no Centro.

Crédito da foto: Montagem / Arquivo Pessoal / Corpo de Bombeiros

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