Um portal a serviço de Juiz de Fora

06/05/2026
Matheus Brum
Compartilhar Matéria

Ex-pró-reitor da UFJF é condenado por fraude em licitações e terá direitos políticos suspensos

Justiça Federal apontou direcionamento de pregões para favorecer empresa e prejuízo de cerca de R$ 187 mil aos cofres públicos
UFJF transito intenso na segunda feira
Imagem: Divulgação.

O ex-pró-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Carlos Elízio Barral Ferreira, foi condenado pela Justiça Federal por fraude em processos licitatórios realizados durante sua atuação na instituição. A decisão aponta que ele teria direcionado três pregões eletrônicos para beneficiar uma empresa específica, causando um prejuízo estimado em cerca de R$ 187 mil aos cofres públicos.

De acordo com a sentença, a Justiça entendeu que houve irregularidades nos processos de contratação, comprometendo a competitividade das licitações e favorecendo a empresa envolvida. O caso foi analisado no âmbito da Justiça Federal, que considerou comprovada a prática de improbidade administrativa.

Justiça determina devolução do dinheiro para o ex-pró-reitor da UFJF e multa

Além da condenação, Carlos Elízio Barral Ferreira foi obrigado a devolver integralmente o valor do prejuízo causado ao erário. A decisão também estabelece o pagamento de multa civil no mesmo montante, totalizando um impacto financeiro superior a R$ 370 mil.

A sentença ainda determina a perda de eventual função pública ocupada pelo ex-pró-reitor, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais pelo prazo de dez anos.

Defesa não se manifestou

Até o momento, a defesa de Carlos Elízio Barral Ferreira não respondeu aos questionamentos sobre a condenação. O espaço segue aberto para manifestação.

Folha JF - Um portal a serviço de Juiz de Fora

Siga o Folha JF

Fique por dentro de tudo que acontece em Juiz de Fora, siga o nosso instagram @folhajf

Últimas notícias:

Brasil soma 83,3 milhões de inadimplentes e movimenta R$ 568 bilhões em dívidas em atraso, segundo a Serasa
Acidente aconteceu em Argirita e vítima ainda não havia sido identificada
Segunda fase da Reboque Maldito também teve apreensão de arma e mira possíveis fraudes em leilões e cobranças abusivas
Ocorrência na tarde desta terça-feira envolve suspeita de agressões, possível cárcere privado e acolhimento de mãe e filha
Prefeitura aponta erros em CPF, endereço e dados familiares entre os principais problemas nos cadastros negados pelo Governo Federal