O Consórcio Via JF voltou a reforçar as regras de utilização das linhas semiexpressas que atendem a Zona Norte de Juiz de Fora. Segundo a empresa, o objetivo é reduzir conflitos registrados nas últimas semanas, após passageiros tentarem embarcar ou desembarcar em pontos não autorizados.
De acordo com o consórcio, as linhas semiexpressas foram criadas em parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora para tornar as viagens mais rápidas, reduzindo o número de paradas ao longo do trajeto e, consequentemente, o tempo gasto pelos usuários dentro dos ônibus.
Para isso, essas linhas possuem regras específicas sobre os locais onde os passageiros podem embarcar e desembarcar.
Linhas do Distrito Industrial
Nas linhas 726, 740, 742 e 745, no sentido Centro, o embarque é permitido apenas até o Trevo do Distrito Industrial.
Após esse ponto, não é permitido entrar nos ônibus. Já o desembarque pode ocorrer normalmente ao longo de todo o percurso.
No sentido Bairro, a lógica é invertida: os passageiros podem embarcar em qualquer ponto, mas só podem desembarcar após o Trevo do Distrito Industrial.
Linhas da região do Miguel Marinho
Já nas linhas 712, 714 e 729, o embarque no sentido Centro é permitido apenas até a passagem de nível do Miguel Marinho.
Depois desse local, os ônibus não realizam embarque de passageiros, embora o desembarque permaneça liberado durante todo o trajeto.
No sentido Bairro, os passageiros podem embarcar normalmente em qualquer ponto, mas o desembarque só é permitido após a passagem de nível do Miguel Marinho.
Motoristas relatam conflitos em linhas semiexpressas
Segundo o Consórcio Via JF, a Avenida Juscelino Kubitschek concentra o maior número de solicitações de embarque e desembarque em locais não autorizados.
A empresa afirma que todos os veículos semiexpressos circulam com identificação específica nos letreiros para informar aos passageiros sobre o tipo de operação realizada.
Mesmo assim, nas últimas semanas foram registrados diversos conflitos envolvendo usuários e motoristas. De acordo com o consórcio, alguns passageiros insistem em embarcar ou desembarcar em pontos proibidos e, diante da negativa dos condutores, acabam promovendo discussões, xingamentos e até agressões.
Objetivo é reduzir o tempo das viagens
O Consórcio Via JF reforça que o modelo semiexpressso foi criado justamente para reduzir o tempo de deslocamento dos passageiros e aumentar a eficiência do transporte coletivo.
“A colaboração de todos garante uma operação mais rápida, organizada, segura e eficiente, beneficiando milhares de pessoas diariamente”, finalizou a empresa, em nota.



