Juiz de Fora recebe nesta quinta-feira (13) o espetáculo “Casca, Origem e Tempo”, que leva ao palco do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM) uma reflexão sobre identidade, ancestralidade, pertencimento e resistência a partir da história de uma mulher indígena Puri. A apresentação acontece às 20h e integra a programação da 23ª Campanha de Popularização do Teatro & da Dança.
Os ingressos antecipados estão sendo vendidos por R$ 15 no trailer da Campanha, instalado no Parque Halfeld.
Com classificação indicativa de 12 anos e duração de aproximadamente 60 minutos, a montagem narra a trajetória de Nica, uma benzedeira do povo Puri, revelando as marcas da ancestralidade inscritas no corpo, na memória e no tempo.
A peça propõe um percurso que conecta passado, presente e futuro por meio da dramaturgia, da palavra, da musicalidade e das expressões cênicas, tendo como um de seus principais eixos a força da mulher indígena.
A dramaturgia e direção são assinadas por Adryana Ryal (Petara Laman), que também atua no espetáculo. A musicalidade e instrumentação ficam por conta de Mayõ Pataxó (Gisele Silver). A produção é da Cia. Teatrando, em parceria com o Movimento Indígena Ambo Taheantah e a A/R Produção Artística.
Debate sobre os povos originários de Minas Gerais acontecerá após Casca, Origem e Tempo
Após a apresentação, o público será convidado para um bate-papo de aproximadamente 30 minutos com Mestre Coutinho Coroado, que abordará a história e a presença dos povos originários em Minas Gerais, ampliando a reflexão proposta pelo espetáculo.
Além disso, a sessão contará com acessibilidade em Libras, realizada por Dandara Diniz.
Serviço
Espetáculo: Casca, Origem e Tempo
Data: Quinta-feira, 13 de agosto
Horário: 20h
Local: Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM) – Juiz de Fora
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 15, à venda no trailer da Campanha de Popularização do Teatro & da Dança, no Parque Halfeld.


