A Cesama suspendeu preventivamente o fornecimento de água de 45 imóveis da Rua Professor Walquírio Seixas de Faria, no bairro Esplanada, em Juiz de Fora. A medida foi adotada nesta terça-feira (11), através da retirada dos hidrômetros, por orientação da Defesa Civil e deve permanecer em vigor até que o órgão considere segura a retomada do abastecimento.
Moradores procuraram o Folha JF preocupados com a situação. Segundo os relatos, a ação também teve acompanhamento da Guarda Municipal, o que causou apreensão entre quem vive na região, especialmente diante das dúvidas sobre as condições de permanência nos imóveis.
Retirada de hidrômetros busca evitar saturação do solo
Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora informou que a interrupção tem caráter preventivo. O objetivo é impedir que eventuais vazamentos na rede de abastecimento agravem as condições do solo em pontos considerados críticos.
Segundo o município, “a água foi cortada preventivamente, para evitar que vazamentos na rede possam contribuir para saturação do solo em áreas críticas, levando a novos deslizamentos de terra“.
A Prefeitura acrescentou que “a prioridade é proteger os moradores e pessoas que circulam pela região“.
A suspensão foi realizada pela Cesama com acompanhamento de representantes da Defesa Civil.
Abastecimento não tem data para voltar
Por enquanto, não há uma data definida para que os 45 imóveis voltem a receber água. De acordo com a Prefeitura, “o abastecimento segue suspenso até que a área seja liberada pela Defesa Civil“.
Com isso, a retomada dependerá da avaliação das condições de segurança na região.
Confira a nota da Prefeitura na íntegra
“Nesta terça-feira, 11, por orientação da Defesa Civil e com acompanhamento de representantes da pasta, a Cesama realizou a suspensão preventiva no fornecimento de água de 45 imóveis na Rua Professor Walquírio Seixas de Faria, no bairro Esplanada. A água foi cortada preventivamente, para evitar que vazamentos na rede possam contribuir para saturação do solo em áreas críticas, levando a novos deslizamentos de terra. A prioridade é proteger os moradores e pessoas que circulam pela região. O abastecimento segue suspenso até que a área seja liberada pela Defesa Civil.”

