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01/07/2026
Matheus Brum
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Consórcio Via JF reforça regras das linhas semiexpressas após registros de agressões e conflitos com motoristas

Empresa afirma que passageiros têm descumprido regras de embarque e desembarque em linhas da Zona Norte. Casos recentes incluem xingamentos e agressões a motoristas
linhas semiexpressas em Juiz de Fora
Divulgação / Consórcio Via JF

O Consórcio Via JF voltou a reforçar as regras de utilização das linhas semiexpressas que atendem a Zona Norte de Juiz de Fora. Segundo a empresa, o objetivo é reduzir conflitos registrados nas últimas semanas, após passageiros tentarem embarcar ou desembarcar em pontos não autorizados.

De acordo com o consórcio, as linhas semiexpressas foram criadas em parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora para tornar as viagens mais rápidas, reduzindo o número de paradas ao longo do trajeto e, consequentemente, o tempo gasto pelos usuários dentro dos ônibus.

Para isso, essas linhas possuem regras específicas sobre os locais onde os passageiros podem embarcar e desembarcar.

Linhas do Distrito Industrial

Nas linhas 726, 740, 742 e 745, no sentido Centro, o embarque é permitido apenas até o Trevo do Distrito Industrial.

Após esse ponto, não é permitido entrar nos ônibus. Já o desembarque pode ocorrer normalmente ao longo de todo o percurso.

No sentido Bairro, a lógica é invertida: os passageiros podem embarcar em qualquer ponto, mas só podem desembarcar após o Trevo do Distrito Industrial.

Linhas da região do Miguel Marinho

Já nas linhas 712, 714 e 729, o embarque no sentido Centro é permitido apenas até a passagem de nível do Miguel Marinho.

Depois desse local, os ônibus não realizam embarque de passageiros, embora o desembarque permaneça liberado durante todo o trajeto.

No sentido Bairro, os passageiros podem embarcar normalmente em qualquer ponto, mas o desembarque só é permitido após a passagem de nível do Miguel Marinho.

Motoristas relatam conflitos em linhas semiexpressas

Segundo o Consórcio Via JF, a Avenida Juscelino Kubitschek concentra o maior número de solicitações de embarque e desembarque em locais não autorizados.

A empresa afirma que todos os veículos semiexpressos circulam com identificação específica nos letreiros para informar aos passageiros sobre o tipo de operação realizada.

Mesmo assim, nas últimas semanas foram registrados diversos conflitos envolvendo usuários e motoristas. De acordo com o consórcio, alguns passageiros insistem em embarcar ou desembarcar em pontos proibidos e, diante da negativa dos condutores, acabam promovendo discussões, xingamentos e até agressões.

Objetivo é reduzir o tempo das viagens

O Consórcio Via JF reforça que o modelo semiexpressso foi criado justamente para reduzir o tempo de deslocamento dos passageiros e aumentar a eficiência do transporte coletivo.

“A colaboração de todos garante uma operação mais rápida, organizada, segura e eficiente, beneficiando milhares de pessoas diariamente”, finalizou a empresa, em nota.

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