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01/04/2026
Maria Angélica
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Qualidade do pescado exige atenção redobrada na Semana Santa

Aumento no consumo de peixes e frutos do mar leva autoridades sanitárias a reforçarem orientações para evitar riscos à saúde
Qualidade do pescado exige atenção redobrada neste período de Semana Santa
Foto: Reprodução/Agência Brasil

Com a chegada da Semana Santa e o aumento no consumo de peixes e frutos do mar em todo o país, autoridades de saúde têm reforçado orientações aos consumidores para garantir a qualidade do pescado e evitar casos de intoxicação alimentar. As recomendações são voltadas principalmente para este período, quando a procura cresce nos mercados e feiras e exige mais atenção no momento da compra, do armazenamento e do preparo dos alimentos.

O pescado é considerado um alimento altamente perecível e pode se deteriorar rapidamente quando não é mantido em condições adequadas de conservação. Por isso, o cuidado precisa começar ainda no momento da escolha do produto, especialmente nos dias que antecedem a Sexta-feira Santa, quando o movimento no comércio costuma ser mais intenso.

Como identificar se o peixe está próprio para o consumo

Entre os principais sinais de que o pescado está em boas condições estão a carne firme, as escamas bem aderidas à pele, olhos brilhantes e guelras avermelhadas. O cheiro também é um indicativo importante: o odor deve ser suave e característico, e não forte ou semelhante ao de amônia.

Outro ponto de atenção é a forma de conservação. O peixe fresco precisa estar sob refrigeração adequada, normalmente sobre gelo e protegido de contato direto com o ambiente. Já os produtos congelados devem estar bem armazenados e sem sinais de descongelamento, como excesso de umidade na embalagem ou textura amolecida.

Armazenamento correto ajuda a evitar intoxicação alimentar

Depois da compra, a orientação é que o pescado seja levado para casa o mais rápido possível e mantido sob refrigeração. Em geral, o alimento deve ser limpo e guardado em recipiente fechado na geladeira, evitando contato com outros alimentos crus. No caso do consumo cru, o ideal é que o preparo seja feito no mesmo dia ou em até 24 horas.

A falta de cuidados no armazenamento e na manipulação pode favorecer a proliferação de bactérias e provocar sintomas como náuseas, vômitos e diarreia. Por isso, além da conservação adequada, a higiene durante o preparo também é considerada essencial, principalmente em um período em que o consumo desse tipo de alimento aumenta de forma significativa.

Com a proximidade das celebrações religiosas, a expectativa é de aumento nas vendas de pescado nos próximos dias. A recomendação é que o consumidor observe as condições de conservação e evite adquirir produtos que apresentem sinais de deterioração.

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Maria Angélica é estagiária sob supervisão do editor-executivo do Folha JF, Matheus Brum.

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