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31/08/2026
Matheus Brum
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Candidato à presidência vai à Justiça e pede suspensão das regras da eleição do Tupi

Ele pede, em caráter de urgência, a suspensão de trechos do edital que estabeleceram 18 de agosto como data de corte para definir quem poderá votar e ser votado
Conselho Deliberativo vai decidir sobre empréstimo do Tupi
Sede do Tupi (Foto: Olavo Prazeres / Tribuna de Minas)

Daniel de Oliveira Pires, associado e candidato à presidência do Tupi, entrou na Justiça para questionar regras da eleição de 2026. Ele pede, em caráter de urgência, a suspensão de trechos do edital que estabeleceram 18 de agosto como data de corte para definir quem poderá votar e ser votado e classificaram como “final e definitiva” a lista de associados formada naquele momento.

Daniel argumenta que o Estatuto do Tupi exige 12 meses de associação tendo como referência a data da Assembleia Geral, prevista para outubro, e não agosto. A ação também contesta a impossibilidade de regularização financeira após o dia 18 e pede que o clube apresente documentos, listas e registros que permitam fiscalizar alterações no colégio eleitoral.

Justiça vai decidir rumos da eleição do TUpi

Se a Justiça entender que os critérios questionados já comprometeram etapas da eleição, Daniel pede, subsidiariamente, a suspensão do processo eleitoral e o refazimento dos atos afetados. Em último caso, solicita a anulação e renovação do processo. O pedido ocorre enquanto o Tupi atravessa uma recuperação judicial e outra disputa na Justiça envolvendo questionamentos sobre a gestão administrativa, financeira e patrimonial do clube.

O Folha JF procurou a diretoria do Tupi para comentar a ação, mas não tivemos retorno até a publicação.

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