A conta de luz ficará mais cara em maio com a adoção da bandeira tarifária amarela, conforme anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A mudança passa a valer em todo o país e acrescenta um custo extra de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida ocorre em meio à redução do volume de chuvas, cenário que impacta a geração de energia nas usinas hidrelétricas.
Com a diminuição da capacidade dos reservatórios, há necessidade de acionar fontes alternativas, como as termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado. Esse fator influencia diretamente o valor final pago pelos consumidores.
Sistema sinaliza custo e exige atenção ao consumo
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, mês a mês, as condições de geração de energia no país. No nível amarelo, há um aumento moderado na tarifa, servindo como alerta para o uso mais consciente da eletricidade.
Especialistas do setor apontam que hábitos cotidianos influenciam diretamente o valor final da conta. Equipamentos de maior potência e o tempo de uso são fatores determinantes no consumo. Medidas simples, como reduzir o tempo de banho elétrico, evitar o uso desnecessário de aparelhos e desligar dispositivos da tomada quando não estiverem em uso, podem ajudar a minimizar o impacto do reajuste ao longo do mês.
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