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07/12/2025
Anderson Narciso
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Calor aumenta e cuidados com a pele das crianças precisam ser redobrados

Calor aumenta e especialistas alertam: cuidados com a pele das crianças devem ser intensificados
Calor Pequenos
Imagem feita com auxílio de IA.

Com a aproximação do verão e o aumento das temperaturas, famílias de Juiz de Fora devem redobrar a atenção com a pele das crianças. Sol forte, piscina, brincadeiras ao ar livre e até banhos mais frequentes podem causar irritações, ressecamento e queimaduras quando não há cuidados adequados.

Especialistas reforçam que, embora o calor convide para mais atividades externas, a pele infantil é mais sensível e exige proteção contínua.

Como cuidar dos pequenos diante do calor?

Nos primeiros meses de vida, a recomendação é evitar a exposição direta ao sol nesses meses da calor. A partir dos seis meses, o uso de protetor solar está liberado, sempre dando preferência aos filtros minerais – menos propensos a causar alergias. A aplicação deve ser feita 20 minutos antes da exposição, com reaplicação a cada duas horas ou após mergulhos. Roupas leves, chapéus e peças com proteção UV também entram como aliados importantes para evitar brotoejas e queimaduras.

Outro ponto de atenção é a hidratação. Segundo dermatologistas, ela deve ser feita “de dentro para fora e de fora para dentro”. Isso significa oferecer mais líquidos ao longo do dia e utilizar hidratantes hipoalergênicos após o banho, preferencialmente com a pele ainda úmida. Produtos infantis formulados com glicerina ajudam a manter a barreira natural da pele protegida, especialmente nos dias de calor intenso.

Os banhos, apesar de refrescantes, devem ser rápidos e com água morna, já que temperaturas altas retiram a oleosidade natural da pele e aumentam o risco de ressecamento. Sabonetes suaves, desenvolvidos para o público infantil, são os mais indicados.

A exposição ao sol no período entre 10h e 16h deve ser evitada. Mesmo na sombra, especialistas explicam que a radiação UV pode refletir em superfícies como areia e água, atingindo a pele das crianças. Por isso, acessórios de proteção continuam indispensáveis.

Pais e responsáveis também devem observar mudanças na pele, como vermelhidão persistente, coceira, bolinhas ou áreas muito ressecadas. Esses sinais podem indicar irritação ou alergia a algum produto. Em caso de dúvida, a orientação é suspender o uso e procurar acompanhamento médico.

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